Christopher Poole, fundador do 4chan, anunciou nesta segunda-feira (7) que passou a trabalhar para o Google. Criador do fórum anônimo de discussão aos 15 anos, ele, mais conhecido como Moot, deixou a administração do site em janeiro de 2015.
“Eu não posso esperar para contribuir com minha própria experiência de onze anos construindo comunidades online e começar o próximo capítulo da minha carreira nessa incrível companhia”, afirmou Moot em seu blog.
  • Fundador do 4chan deixa de ser administrador do site após 11 anos
Segundo o Google informou ao site “Business Insider”, Moot trabalha sob o comando de Bradley Horowitz, vice-presidente do Google Fotos e Stream. “Empolgado que ele tenha entrado no time. Seja bem-vindo, Chris”, escreveu o executivo no Twitter.
“Quando encontro com atuais e ex-funcionários do Google, eu continuamente me encontro balançado pela inteligência, paixão e entusiasmo deles – assim como o desejo universal de compartilhar isso com os outros”, afirmou Moot.
“Eu também fico impressionado com o comprometimento do Google ao permitir que essas pessoas talentosas enfrentem os problemas mais importantes e interessantes do mundo.”
O 4chan ficou famoso como o ponto de encontro dos ativistas hackers do grupo "Anonymous", na época em que Moot ainda mantinha seu anonimato, mesmo quando o fórum era constantemente mencionado na TV e em jornais. Após revelar sua identidade, foi eleito pela revista “Time” como a pessoa mais importante de 2008.
O 4chan também abrigou muitas das fotos íntimas de celebridades como Jennifer Lawrence vazadas por hackers dos sistemas de armazenamento na nuvem da Apple
Bitcoin é apenas digital, não existe uma moeda física como esta.
 Em algum momento, muitas pessoas já ouviram falar de Bitcoin, seja na internet, numa matéria de jornal ou ouviu de outra pessoa, no entanto não tem muita noção do que se trata e por isso gostariam de saber mais a respeito. A seguir, citamos 10 coisas importantes que você precisa e deve saber sobre Bitcoin.

1. Um dos maiores avanços na área tecnológica é a introdução da moeda digital.
Uma das mais conhecidas delas é chamada de Bitcoin. Esta moeda digital foi criada em 2009, e foi a primeira a surgir. Ao contrário das moedas padrão chamadas fiat, o Bitcoin não é uma moeda física; consiste inteiramente de código de computador.

2. O criador do bitcoin usou o nome Satoshi Nakamoto.
Este pode ser um pseudônimo de uma única pessoa, um grupo ou até mesmo de uma empresa, ninguém sabe ao certo de quem se trata. Ativo no desenvolvimento, Nakamoto desapareceu em 2010 no anonimato e nunca foi descoberto desde então. Desconhecemos se Nakamoto ainda está envolvido com o Bitcoin; cerca de 1 milhão de dólares em Bitcoin estão em poder de Nakamoto.

3. Para manter o Bitcoin, você precisa de uma carteira digital.
Isso é semelhante a uma carteira física na medida em que é um lugar seguro para guardar seu dinheiro. A carteira digital do Bitcoin inclui um identificador único que associa seu Bitcoin a você e outras pessoas não podem acessá-lo sem a sua permissão. Por isso a segurança é algo muito sensível e que precisa ser levando em consideração.

4. Para receber Bitcoin, você informa seu endereço único para o remetente.
Isto é semelhante ao PayPal, exceto que o PayPal usa endereços de e-mail, enquanto Bitcoin usa endereços de carteiras. Também é possível para uma pessoa ter vários endereços bitcoin diferentes, um para cada ocasião. Você pode receber Bitcoin como forma de pagamento, você pode comprá-los através de uma exchange, ou você pode minerar, algo praticamente impraticável hoje em dia devido a dificuldade da mineração. Uma boa forma de obter Bitcoin é oferecendo seus produtos ou serviços recebendo pagamento em Bitcoin.
5. Você pode gastar bitcoin através de diversos maneiras.
Sim, é verdade, não há muitos lugares onde você pode gastar seus Bitcoin, no entanto já alguns varejistas que passaram a receber Bitcoin como forma de pagamento, e há várias instituições de caridade que agora aceitam doações Bitcoin.

6. Mineração Bitcoin é o termo dado ao processo de cálculo de um problema de matemático extremamente complexo, e quando a resposta é encontrada, bitcoins são distribuídos entre os mineradores envolvidos.
No início, um único computador era suficiente, mas como os problemas se tornaram mais complexos, melhores hardwares tornaram-se necessários. Atualmente é necessário ou se juntar a um grupo de mineração (pool) ou obter equipamento especializado para mineração de Bitcoin.

7. O que faz o Bitcoin especial é o seu anonimato.
Ao contrário de outras operações, nenhuma informação pessoal é compartilhada em negociações envolvendo Bitcoin. Não é necessário saber os nomes, locais, endereços de email, etc, de pessoas negociando bitcoin. Desde que se tornou popular, tem surgido outras moedas digitais criadas, incluindo Litecoin, Dogecoin, BrCoin entre outras centenas.

8. Bitcoin double spend (duplo gasto)
Como a moeda é digital, é possível copiá-lo e usá-lo mais de uma vez em transações, é como se você efetuasse dois pagamentos usando a mesma moeda. No entanto, as transações bitcoin são sempre verificadas em uma lista pública, o que impede este tipo de fraude, ou pelo menos minimiza a quase zero.

9. A razão para a criação do Bitcoin foi para arrancar o poder dos banqueiros centrais e do estado.
Uma vez que essas entidades não têm poder algum sobre Bitcoin, o Bitcoin devolve o poder e a liberdade ao povo.

10. Se você vai ou não optar por investir em Bitcoin é escolha inteiramente sua.
O Bitcoin ainda é relativamente novo, e relativamente volátil. Embora seu valor tenha se valorizado muito desde a sua criação, não há garantias. Decida por si mesmo se você quer correr o risco.
Além dos gastos exorbitantes com o valor da gasolina comum, que beira R$ 4 o litro, andar de carro em Brasília e usar uma vaga em estacionamento privado está cada vez mais caro. Levantamento feito pelo Correio nos shoppings centers e no Setor Hospitalar Sul mostra que os reajustes, ao longo do ano passado, chegaram a 25%, considerando a permanência de 1h em alguns estabelecimentos e o índice de inflação de 10,67%. Como o mercado é livre, os preços não podem ser controlados. Cabe aos motoristas decidirem se pagam até R$ 12 a hora para parar o veículo nesses locais.

Nem governo, nem órgãos de defesa do consumidor podem intervir nos valores. Por se tratar de uma relação de consumo, as empresas ajustam as tabelas como querem. As vagas públicas da capital do país são disputadas por motoristas, como a recepcionista Talyane Moreira, 26 anos. “Recentemente, paguei R$ 20 por quase 2h em um estacionamento. Os preços são absurdos”, reclama. Diante disso, ela prefere parar o carro fora dos estabelecimentos comerciais. “Dentro do estacionamento privado, existe uma certa segurança, mas, diante dos custos, eu busco parar na área externa. Apenas me atento se o local é movimentado”, completa.

O problema é que, diante da dificuldade de encontrar vagas públicas, em muitos casos não sobra alternativa. A psicóloga Roberta Pires Ferreira, 33, gastou R$ 40 para manter o carro por cerca de 2h30 em um centro comercial. “Está tudo caro. Uso pela segurança e conforto. Se não fosse tão arriscado parar em alguns locais, nem entraria nos estacionamentos privados”, comenta. Os shoppings da zona central de Brasília cobram desde R$ 0,10, o minuto, a R$ 0,13. No Setor Hospitalar Sul, não é diferente. Por lá, se encontra vagas com valores do minuto entre R$ 0,10 e R$ 0,20. “Não temos alternativas. Os mais baratos ficam cheios”, queixa-se Carlos Avelar, 52. O militar permaneceu 1h e teve de desembolsar R$ 21.

Lei derrubada

Não há um sindicato das empresas que administram estacionamentos no DF. Os empresários do setor são representados por uma comissão. Segundo um dos representantes dela, Jader Rodrigues, os valores se baseiam nos custos fixos dos estabelecimentos. “Isso envolve questões contratuais e gastos com aluguel, apólice de seguros, IPTU, entre outros.”

O presidente do Sindicato dos Empregados em Estacionamentos e Garagens do DF (Seeg-DF), Raimundo Domingos, rebate o argumento. “Eles estão colocando todo esse lucro no bolso deles. Aplicam reajustes para enriquecer ainda mais às custas dos funcionários”, diz. No ano passado, a categoria reivindicou 15% de aumento, mas conseguiu 9,6%, com piso salarial de R$ 942,50. Segundo Raimundo, todos os anos, ocorrem reajustes aos consumidores que chegam a 40%.

Em 2011, a Câmara Legislativa tentou diminuir os custos para os clientes, com a Lei Distrital nº 4.624. A norma estabeleceu critérios para isentar consumidores da cobrança pelo uso de estacionamentos particulares em centros comerciais. Segundo a legislação, passaria a ser gratuita a permanência do veículo por até 1h em shoppings e hipermercados. Após esse período, clientes que comprovassem gasto duas vezes superior ao valor da garagem ficariam dispensados do pagamento. Porém, em agosto daquele ano, centros comerciais conseguiram liminares garantindo a restituição da cobrança pelo uso das vagas. A proposta acabou derrubada pela Justiça.


Mas, como no sistema penal brasileiro crimes semelhantes não acumulam penas, a expectativa da Procuradoria é que o empresário seja condenado a "menos de 100 anos de prisão".

"Se formos somar as penas de todos os crimes em série, por incrível que pareça as penas somariam de 2 mil anos de prisão", disse o procurador em entrevista à rádio Bandnews FM. "Mas quando aplicamos a regra de crimes continuados, porque a pessoa cometeu uma séria de crimes em sequência, a pena vai para muito menos que isso. A expectativa é que uma pena inferior a 100 anos de prisão. Estamos fazendo nossas alegações finais e avaliando isso", afirmou.

Marcelo Odebrecht está preso preventivamente desde junho do ano passado, acusado de pagamento de R$ 137 milhões em propinas e de atrapalhar as investigações da Lava-Jato.

Na entrevista, o procurador rebateu as críticas feitas pela defesa de Odebrecht, de que teria havido inconsistência entre o que foi efetivamente dito pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa no depoimento em que citou o empresário, e o que consta no termo escrito de suas declarações.

Segundo Dallagnol, o depoimento ao qual a defesa de Odebrecht se refere foi colhido por um procurador que atua junto à Procuradoria-Geral da República, que investiga casos relacionados a réus que possuem prerrogativas de foro (foro privilegiado), no início do processo, quando Odebrecht ainda não era investigado.

"O tema da depoimento registra aquilo que é de interesse para a investigação, no sentido do que pode gerar de prova no processo de investigação penal. Não registramos as informações sobre as centenas de pessoas que não praticaram crime. O depoimento foi colhido quando Marcelo não era investigado. Não tínhamos nenhuma prova contra ele", disse.

O empresário só foi considerado suspeito em um momento posterior da investigação, com o aparecimento de novas provas, informou o procurador. Além disso, afirmou, os vídeos ficaram disponíveis para consulta após o recebimento da denúncia e, num momento posterior da investigação.

A defesa também teve, afirmou ele, a oportunidade de questionar Paulo Roberto Costa durante seu depoimento à Justiça e não o fez "Os vídeos podiam ser consultados e, no final, a defesa de forma surpreendente diz que não consultou", disse.

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"As provas que valem contra alguém são as provas na Justiça, não são aquelas colhidas lá trás pela polícia ou pela Procuradoria, mas as provas da Justiça. Paulo Roberto foi ouvido na Justiça e todos os advogados, inclusive os de Marcelo Odebrecht, tiveram oportunidade de fazer perguntas a ele e não fizeram", reforçou.

Lula
Deltan Dallagnol também rebateu a declaração do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, feita na quarta-feira (20). Em entrevista a blogueiros simpáticos ao PT, Lula afirmou haver direcionamento nas delações para que houvesse citação em seu nome. "Delação premiada tem que ter o nome de Lula, senão não adianta", afirmou o ex-presidente na ocasião.

"Não direcionamos delação", disse o procurador. Segundo ele, no próprio acordo de delação consta o termo de que se o delator mentir pode perder todos os direitos e ainda ser processado.

"Além disso, ninguém é acusado apenas pela palavra do delator, e sim por provas independentes da colaboração que apontam as responsabilidades daquela pessoa sobre os crimes", explicou.

De acordo com Dallagnol, uma pessoa só se torna investigada quando há provas concretas sobre ela. Questionado sobre como o ex-presidente é considerado pelos investigadores da Lava-Jato, o procurador disse que "as investigações são dinâmicas, mas até agora Lula não se tornou alvo de nossa operação."

 


Um dia depois de bater recorde, a moeda norte-americana fechou com forte queda. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (22) vendido a R$ 4,111, com queda de R$ 0,055 (1,32%). Apesar da queda de hoje, a cotação fechou em alta pela quarta semana consecutiva.
Ontem (21), o dólar tinha fechado em R$ 4,166, na maior cotação desde a criação do real, em 1994. Hoje, a moeda operou todo o dia em queda. A divisa acumula alta de 1,6% na semana e de 4,12% em 2016.
A alta do dólar ontem ocorreu após a decisão do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) de manter a taxa Selic – juros básicos da economia – em 14,25% ao ano. Juros mais baixos deixam de atrair capitais financeiros para o país, pressionando para cima a cotação do dólar.
O dia também foi de recuperação na bolsa de valores. O índice Ibovespa, da Bolsa de Valores de São Paulo, subiu 0,81% nesta sexta-feira, encerrando em 38.021 pontos. As ações da Petrobras, que ontem tiveram forte alta, recuaram levemente hoje.

Cenário internacional

A queda do dólar foi influenciada por certo otimismo no mercado externo, devido à recuperação dos preços do petróleo e expectativas de novos estímulos econômicos na zona do euro.
"Bolsas, moedas e commodities se recuperam na última sessão da semana", escreveram analistas da corretora Guide Investimentos em nota a clientes. "Ainda que não acreditemos que se trata de um alívio duradouro, deve ser capaz de encerrar melhor a semana, que continuou apresentando elevada volatilidade dos ativos de risco".
Os preços do petróleo subiam nesta sessão, com uma frente fria nos Estados Unidos e na Europa gerando expectativas de maior procura pelo combustível. A queda do petróleo nas últimas sessões vinha fazendo com que os investidores evitassem colocar dinheiro em negócios de maior risco e em países muito dependentes de matérias-primas, como o Brasil.
A recuperação do otimismo nos mercados mundiais vinha também após o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Mario Draghi, afirmar que o banco vai revisar sua política econômica em março, gerando expectativas de mais estímulos por lá.

Cenário brasileiro

A controversa decisão do Banco Central brasileiro de manter os juros básicos nesta semana desencadeou forte pressão sobre os negócios brasileiros e deve manter elevada a instabilidade no mercado local.
"Não dá para virar a página e começar do zero, o mercado ainda está muito desconfortável com toda a incerteza que veio com a decisão do BC", disse o operador de uma corretora nacional à agência de notícias Reuters.

Atuações do BC

Nesta manhã, o Banco Central fez mais um leilão de rolagem dos swaps (equivalentes à venda futura de dólares) que vencem em 1º de fevereiro, com oferta de até 11,6 mil contratos.
Esses leilões servem para adiar os vencimentos de contratos que foram vendidos no passado.

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