Modelo em grande escala do Telescópio espacial James Webb em Southwest, Austin. (Por: Chris Gunn)


A partir do ano que vem, equipes em Goddard (laboratório de pesquisas espaciais) trabalharão para completar o telescópio adicionando as outras ópticas nos segmentos de espelho primários. Outras ópticas incluem a instalação do subsistema de ré-óptica- original aft-optics subsystem - ou AOS, espelho secundário, ambos fixados e radiadores implantados. Assim que completo, engenheiros deverão conectar o telescópio e os instrumentos quando o ISIM for acoplado no observatório.

Uma série de testes é parte contínua do processo de montagem. "Depois da integração do ISIM no telescópio, verificações em temperatura ambiente serão feitas antes de uma exposição de ambiente simulada." Geithner disse. Isso significa que o observatório vai sofrer vibrações e teste acústico para ter certeza que o telescópio resistirá ao som e as vibrações que ocorrerão durante o lançamento.Depois desses testes, haverá ainda outra verificação óptica em temperatura ambiente.

O Telescópio Espacial James Webb é o sucessor científico do famoso Telescópio Espacial Hubble. Será o melhor telescópio espacial já construído. Webb é um projeto internacional liderado pela NASA com seus associados, a Agência Espacial européia e a Agência Espacial canadense.

Segundo especialistas, diversas informações até então desconhecidas do universo serão reveladas assim que James Webb estiver funcionando. Isso devido seu incrível poder óptico e diversas extensões e inovações inclusas no projeto. Ficamos no aguardo!

Via: NASA


O executivo-chefe do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou nesta sexta-feira que provavelmente mês que vem a rede social incorporará em nível mundial a possibilidade de transmitir ao vivo para todos seus usuários.

Zuckerberg antecipou esta nova ferramenta do Facebook em um encontro em Berlim no qual respondeu às perguntas do público, e no qual explicou que a empresa está há alguns meses fazendo testes com este sistema.

"O objetivo não é que poucos possam transmitir ao vivo. Queremos que todo mundo tenha esse poder em seu bolso", o cofundador do Facebook.

O Facebook lançou nesta terça-feira, 16, uma plataforma que oferece ferramentas para ajudar adolescentes, pais e professores a evitar e combater o bullying pela rede social. A Central de Prevenção ao Bullying no Brasil, desenvolvida em parceria com a organização não governamental SaferNet Brasil e o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância), deve entrar no ar até o final do dia. A central está dividida em seções inspiradas em situações reais de bullying. Há uma área para os adolescentes, uma para os pais e responsáveis, uma para os educadores, uma contendo informações e contatos dos parceiros e uma lista de recursos para denunciar conteúdos e configurar a privacidade.
De acordo com o diretor de políticas públicas do Facebook, Bruno Magrani, o grupo já trabalha de diversas maneiras para tentar fomentar o comportamento respeitoso na rede social e mesmo já havendo formas de evitar a agressão, essas ações ocorrem depois de a situação já ter ocorrido. “A grande novidade é que estamos investindo em uma campanha de prevenção ao bullying e esperamos ter efeitos duradouros. A central é um guia de dicas e informações para que os três grupos descritos possam identificar as situações de bullying e saibam o que fazer”.
A oficial do Programa Cidadania dos Adolescentes do Unicef Brasil, Gabriela Mora, explicou que os integrantes do projeto trabalham para que o guia faça sentido no contexto brasileiro e não seja uma simples tradução do que já é feito em outros países. “Nessa adaptação para o Brasil, fomos ouvir os adolescentes e ver o que fazia sentido para eles. A grande vantagem da central é que ela investe no diálogo com o adolescente. O material é um orientador muito flexível que pode ser adaptado para qualquer forma de esse diálogo acontecer”.
Ela destacou que para tratar do assunto é preciso estar atento para o fato de que a adolescência tem peculiaridades, e uma situação de violência psicológica tem muita repercussão na vida do indivíduo. “Se acontece dentro de uma sala de aula, já tem uma repercussão. Se acontece online, se perde o controle dessa repercussão, isso tem um impacto muito maior. É importante respeitar essa fase que é de muita inovação. E é importante respeitar principalmente a autonomia dos jovens. O que acontece é que o adolescente está decidindo o que faz online. O controle e repressão não funcionaria com esse público, por isso é preciso partir para o diálogo”.
O diretor de educação da SaferNet Brasil, Rodrigo Nejm, disse que a organização não governamental tem se dedicado a estudar formas para que as crianças e adolescentes tenham informação, maturidade e discernimento para usar bem sua autonomia na internet. “Temos que habilitar crianças e adolescentes para lidar com situações reais da vida seja dentro ou fora da internet. Apostamos na conciliação e em ver que segurança nunca será oposto de liberdade. Nosso desafio é conseguir educar para boas escolhas online e que os adolescentes tenham referenciais para desfrutar das boas oportunidades no ambiente digital."
Para Nejm, é muito positivo que o material contido na Central de Prevenção ao Bullying no Brasil, do Facebook, insistindo na quebra do silêncio e na ideia de não apenas vitimizar os adolescentes como se eles fossem desamparados e sem habilidade de lidar com as situações encontradas na internet. “Também tivemos o cuidado em diferenciar o termo bullying, que não é tão claro no Brasil, distinguindo uma simples brincadeira de algo sério, para não cair em um extremo e, sim, refinar e criar informação para dar habilidade para eles saberem onde está o limite entre brincadeira e a agressão."
O diretor também destacou que o diálogo e a mediação de conflito, proporcionados pela nova ferramenta do Facebook, ajudam a mostrar ao próprio agressor o que ele está fazendo. “No guia há bastante coisa voltada para quem de alguma forma agride. E para que essa pessoa perceba se foi só brincadeira ou se, de fato, ela está cometendo uma violência. E para que ele também possa mudar sua postura, e pedir desculpas. É importante não condenar o agressor como se ele fosse um caso perdido. O material traz esse olhar para o educador e os pais poderem tomar atitudes com quem agride e precisa de ajuda”.
A partir de março, a SaferNet visitará pelo menos dez escolas em todo o país para debater a segurança online e oferecer dicas de como usar o Facebook de forma saudável. “Muitas vezes superestimamos a capacidade das crianças e adolescentes de desfrutarem desses ambientes digitais. Nós supomos que, por eles terem nascido nesse contexto de hiper acesso às ferramentas digitais, eles dominam essas ferramentas, mas isso não é óbvio. Às vezes, se confunde uma habilidade de manuseio com a capacidade crítica e maturidade para se apropriar da ferramenta."
Segundo Nejm, a prioridade serão as escolas públicas e a viabilização de visitas a algumas particulares, de médio porte, localizadas nos bairros. “Há escolas particulares que tem papel fundamental e que envolvem muitos alunos. Vamos usar como base os pedidos das escolas que já nos procuram constantemente e que sinalizam que esse é um tema urgente para elas”, disse.


Um grupo de cientistas criou uma impressora 3D para fabricar estruturas de cartilagem, osso e músculo destinadas a transplantes.

O grupo, que já conseguiu produzir uma orelha com o novo material, está testando a técnica em animais de laboratório, e espera conseguir empregá-la em humanos no futuro.

Os resultados preliminares foram descritos estudo publicado nesta segunda-feira (15) pela revista “Nature Biotechnology”.

Os órgãos impressos pela nova máquina na verdade são estruturas porosas especiais onde células humanas são capazes de penetrar. O material, que possui pequenos canais, permite ao tecido vivo do próprio organismo começar a se moldar e formar uma estrutura nova.

“Esses canais permitem que nutrientes e oxigênio do corpo se difundam para dentro das estruturas e as mantenham vivas, enquanto elas desenvolvem um sistema de vasos sanguíneos”, afirmou um comunicado divulgado pelos cientistas do Centro Médico Batista Wake Forest, da Carolina do Norte (EUA), responsáveis pelo trabalho.

Esses moldes biológicos criados pelo grupo, como a orelha exibida agora, são produzidos a partir de informações digitais obtidas por técnicas de imagem como a tomografia computadorizada. O grupo também já criou um fragmento de mandíbula com a mesma técnica.

A ideia é que a armação de polímeros e plásticos especiais que dão forma ao novo órgão, depois, desapareça e dê lugar apenas a tecidos originados no organismo da pessoa transplantada.

Não é a primeira vez que o uso desse tipo de molde biológico é empregado na regeneração de órgãos, mas tentativas anteriores de usar a impressão 3D não obtiveram sucesso, porque o material produzido não tinha rigidez suficiente, afirmam os pesquisadores.

São Francisco - A Tesla Motors Inc., mais conhecida por fabricar o sedã totalmente elétrico Model S, está usando a tecnologia das baterias de íons de lítio para se posicionar como líder do mercado emergente de armazenagem de eletricidade, que complementa, e até poderia chegar a ameaçar, a rede elétrica tradicional.
“Vamos lançar a bateria doméstica Tesla, uma bateria de consumo pensada para uso em residências ou empresas, muito em breve”, disse o CEO Elon Musk durante uma teleconferência de lucros com analistas, na quarta-feira.
Combinar painéis solares e baterias grandes e eficientes poderia permitir que alguns proprietários de imóveis evitassem a compra de eletricidade das concessionárias de eletricidade.
Musk disse que o lançamento do produto ocorreria em março ou abril.
“Temos o design pronto. O produto deverá começar a ser produzido em cerca de seis meses ou mais”, disse Musk. “Isso é realmente muito bom”.
A Tesla já oferece unidades residenciais de armazenagem de energia para clientes selecionados por meio da SolarCity Corp., a empresa de energia solar que tem Musk como presidente do conselho e maior acionista.
A fábrica da Tesla, empresa com sede em Fremont, Califórnia, está produzindo também sistemas fixos de armazenagem para empresas e concessionárias de eletricidade que são clientes.
A fabricante de automóveis com sede em Palo Alto, Califórnia, instalou uma unidade de armazenagem em sua estação Tejon Ranch Supercharger, na altura da rodovia Interstate 5, no Sul da Califórnia, e tem diversas outras instalações comerciais nesse campo.
Concessionárias clientes
Mas um mercado ainda maior pode ser o das concessionárias de eletricidade.
“Muitas concessionárias de energia estão trabalhando neste espaço e nós estamos negociando com quase todas elas”, disse o diretor de tecnologia, JB Straubel, na conferência de lucros de quarta-feira.
“Este é um negócio que está ganhando cada vez mais atenção nossa”.
A Califórnia enxerga o armazenamento de eletricidade como uma ferramenta fundamental para gerir melhor a rede de energia, integrar uma quantidade crescente de energia solar e eólica e reduzir as emissões de gases de efeito estufa.
Concessionárias como a PG&E Corp. atualmente são obrigadas a buscar cerca de 1,3 gigawatt em armazenamento de energia até 2020, o suficiente para fornecer eletricidade a aproximadamente 1 milhão de residências.



PublicidadO Morgan Stanley disse na semana passada que o produto de armazenagem de energia da Tesla pode “causar perturbações” nos EUA e na Europa, pois os clientes tentariam evitar as tarifas das concessionárias de energia “saindo da rede”.


O Facebook possui atualmente 1.59 bilhão de usuários, ou aproximadamente 21% dos 7.39 bilhões de habitantes no planeta. Para Mark Zuckerberg, CEO e fundador do Facebook, ainda é pouco.
O executivo declarou durante a celebração do 12º aniversário da rede social que sua meta é atingir 5 bilhões de usuários para o Facebook em 2030, quase 60% de toda a população projetada para daqui a catorze anos.
“Nós queremos terminar de conectar todo mundo, nós iremos fazer isso em parceria com governos e diferentes empresas por todo o mundo”, explicou Zuckerberg para a plateia que o acompanhava durante sua primeira aparição pública desde o fim de sua autoproclamada licença-paternidade.
Apontando para a imagem de um drone batizado de Aquila no painel, o executivo esclareceu que o aparelho será um dos vetores da expansão do Facebook. Movido a energia solar, o Aquila irá voar por cima de cidades e transmitir acesso à Internet para baixo. O plano arrojado já havia sido anunciado antes, mas Zuckerberg reforçou a estratégia agressiva para levar conexão e, consequentemente, o Facebook para áreas carentes do planeta.
A iniciativa de acoplar a rede social e sites parceiros à oferta de Internet gratuita tem enfrentado a crítica de defensores da neutralidade da rede e de governos onde o programa Free Basics tenta se estabelecer. Até o momento, o projeto supostamente beneficente do Facebook já esbarrou na oposição das autoridades da Índia e do Egito.
Durante as festividades, Mark Zuckerberg também relembrou o início humilde do Facebook nos dormitórios de sua faculdade e passou 40 minutos se encontrando com 18 usuários cujas histórias de solidariedade e sucesso só foram possíveis graças à existência da rede social em suas vidas.
“O engraçado de se trabalhar em uma empresa como esta é o quão surpreendentemente pouco do que o mundo fala a nosso respeito é de fato sobre as coisas significativas com as quais nos importamos”, apontou Zuckerberg ao falar sobre o papel do Facebook em conectar pessoas. “Eu quero dizer que é isso o que nós queremos fazer. Não é porque nós estamos tentando vender anúncios ou algo assim”.

O exército da China agora está usando armas laser – não do tipo que os Stormtroopers usam em “Star Wars”, como você pode estar pensando, mas igualmente perigosas.
Segundo o site Popular Science, as armas não têm capacidades fatais. Porém, estão sendo utilizadas principalmente para cegar alvos, bem como interferir ou causar danos à visão a laser ou noturna dos equipamentos dos oponentes
Embora convenções internacionais como o protocolo de 1998 sobre Cegamento por Armas Laser proibir o uso de lasers e outras armas ofuscantes contra os seres humanos, esses sensores ópticos e térmicos aparentemente podem ser usados em veículos, aeronaves e robôs.
O laser PY132A por exemplo, recentemente exibido em uma exposição da polícia chinesa, poderia ser usado contra drones terroristas e irregulares, tendo um laser poderoso o suficiente para cegar também os sensores inimigos e câmeras. Ele ainda vem equipado com imagens térmicas e noturnas que aumentariam sua precisão. O disparador a laser Low Altitude Guard II, por sua vez, poderia ser utilizado pela polícia com a capacidade de abater veículos aéreos não tripulados pequenos – aparentemente, há uma opção mais poderosa da arma para uso militar.

Na prática

Em combate, estes rifles de laser podem ser usados para interromper e até mesmo destruir os visores termossensíveis de tanques inimigos ou cegar drones que estejam voando devagar, destruir câmeras de segurança e sabotar sensores.
Estas aplicações respondem às preocupações sobre protocolos internacionais de longa data em torno da tecnologia, mas desenham uma linha muito tênue entre as possíveis violações. Por exemplo, ainda que a utilização proposta das armas siga o padrão definido, o que acontece quando os lasers forem usados contra as aeronaves tripuladas como helicópteros militares, onde o feixe de laser dispersando a luz poderia potencialmente cegar o piloto?
No entanto, enquanto armas a laser portáteis (essas, sim, como os blasters e phasers de “Star Wars”) ainda podem estar muito longe de ser usadas em combate, estes avanços na tecnologia militar combinados com um foco no uso de lasers como armas táticas podem tornar essa situação futurista uma realidade dentro da próxima década.


Uma empresa japonesa abrirá a primeira fazenda do mundo operada por robôs industriais, na qual a tecnologia é a responsável pela realização do processo de produção desde o cultivo até a coleta das hortaliças.
O espaço de 4.400 metros quadrados fica na cidade de Kizugawa, ao sul de Kioto, na parte central do Japão, e começará suas operações em meados de 2017 com uma produção diária de 30 mil cabeças de alfaces e escarola, disse neste sábado à Agência Efe um porta-voz da Spread, empresa que realiza o projeto.
No local serão produzidas quatro variedades de hortaliças - escarola e as alfaces Batavia, romana e Lollo Rossa -, e os robôs serão que realizem todos os trabalhos, com exceção da semeadura.
"É tecnicamente possível automatizar a semeadura também, mas decidimos não fazê-lo porque consideramos que seria pouco prático a efeitos de custo-efetividade", explicou a companhia.
Com isso, do processo normal de produção composto pela semeadura, o cultivo, o transplante das mudas e a colheita, os robôs só não realizarão a primeira etapa.
Por meio desta automatização, a Spread garantiu que é possível reduzir o custo de mão de obra até pela metade, além de diminuir em 20% as despesas com energia, o que possibilita que as hortaliças cheguem ao consumidor com um preço mais acessível.
"Além disso, ao mecanizar a produção a este nível, é possível manter um entorno mais higiênico e, portanto, reduzir o risco de contaminação dos produtos" para conseguir que sejam "inócuos", informou a companhia sediada em Kioto.
A Spread espera aumentar a produção progressivamente até 51.000 unidades por dia, com o objetivo de alcançar 500 mil cabeças de alface e escarola diárias até 2020 com a construção de novas instalações no país.
A companhia também revelou que, além disso, busca vias de expansão no exterior.
Via:Terra

Youtube Red será a nova ferramenta do youtube.


A julgar pelo número de visualizações do trailer de "Scare PewDiePie", que em apenas três horas foi visto por mais de 500 mil pessoas, a decisão parece acertada. A partir da próxima quarta-feira, 10 de fevereiro, o YouTube junta-se à Netflix e à Amazon Prime e passa a ter programação própria, num canal exclusivo que oferece flmes e séries exclusivas para assinantes.
Por 9,99 dólares por mês (9 euros), os subscritores do Red Originals vão ainda ter garantidas outras vantagens como vídeos sem anúncios, a possibilidade de fazer download de conteúdos para assistir off-line e a assinatura do Google Play Music. Para já, o serviço apenas estará disponível nos Estados Unidos, mas a empresa já está a planear o alargamento do serviço à Europa e outras regiões.
O lançamento do YouTube Red Originals foi anunciado esta quarta-feira, numa apresentação em que foram já desvendados quatro programas exclusivos a que os assinantes terão acesso: a longa-metragem “A Trip to Unicorn Island”, que mostra a jornada da youtuber Lilly Singh, conhecida na rede como “Superwoman”, por 26 cidades espalhadas pelo mundo; “Dance Camp“, uma série sobre a equipa da AwesomenessTV, que conta histórias de amizades, paixões e descobertas a partir da dança; a comédia “Lazer Team”, sobre uma batalha para salvar o planeta de um inimigo poderoso; e “Scare PewDiePie“, uma série produzida pelos criadores do "The Walking Dead" em que o youtuber mais famoso do mundo experimenta situações inspiradas por vídeojogos.
O canal de PewDiePie conta com 42 milhões de seguidores no YouTube, um número que promete atrair muitos utilizadores ao YouTube Red Originals — a mais recente tentativa da Google em encontrar uma forma de capitalizar conteúdos exclusivos dentro do portal gratuito de vídeos.
“Os criadores dinâmicos e diversificados por trás desses filmes já construíram imensas audiências no YouTube, rivalizando com muitos programas de TV”, explicou Susanne Daniels, diretora global de Conteúdo Original do YouTube, no blogue da empresa. “Com o YouTube Red Originals queremos ajudá-los a contar histórias maiores e mais ousadas para atrair os seus fãs”. Para já, ainda não há data de lançamento do novo serviço em Portugal.

Via: Correio do Estado

O Facebook iniciou como uma rede social, porém, a companhia começou a crescer desde então. Mark Zuckerberg, inteligente que é, começou a oferecer outras opções e principalmente trabalhar no setor de aplicativos para dispositivos móveis. Além do Facebook e Messenger, a companhia comprou o WhatsApp e então começou a possuir os maiores aplicativos de mensagem do mercado, fazendo muito sucesso com isso.
Agora foi revelado que os dados do WhatsApp devem ser compartilhadas com o Facebook, para melhorar a experiência da rede social. A novidade foi encontrada pelo desenvolvedor de Android Javier Santos. Até o momento o recurso está desativado, mas não sabemos até quando a companhia irá manter dessa forma.
É provável que entre as informações que o Facebook irá aproveitar está sua lista de contatos, dessa forma a empresa poderá usar para encontrar seus amigos mais facilmente. Caso você seja um usuário do Facebook e WhatsApp, isso pode não ser um problema tão grande. Porém, se você não usa a rede social com regularidade, isso pode ser de certa forma um abuso.
Felizmente aparentemente o WhatsApp irá fornecer a opção de desativar esse recurso, assim não será uma invasão de privacidade para alguns usuários. Entre outras novidades, também foi encontrar uma atualização que irá deixar suas mensagens ainda mais seguras.
Além disso, em breve os consumidores poderão aproveitar de uma aba “Documentos” no WhatsApp. Dessa forma será possível visualizar facilmente todos os conteúdos que você já recebeu no aplicativo. É claro, não é possível confirmar que todos esses recursos estarão disponíveis na nova versão, porém, é algo bem plausível.


Média da Terra no ano passado foi 0,90ºC acima da média do século 20.
Recorde anterior, de 2014, foi superado em 0,16ºC.

O ano de 2015 foi, de longe, o mais quente no planeta desde que começaram os registros de temperatura no final do século 19, superando claramente o recorde de 2014, anunciaram nesta quarta-feira (20) a agência espacial Nasa e a Agência Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), dos Estados Unidos. Um mês depois da Cúpula do Clima em Paris, onde governantes de todo o mundo se comprometeram a lutar contra o aquecimento global, os cientistas foram taxativos em anunciar a triste notícia. Para todo o ano de 2015, a temperatura média da Terra e dos oceanos foi 0,90°C acima da média do século 20, a mais alta já registrada desde 1880.
Ao longo dos 12 meses do ano de 2015, dez bateram os recordes de temperatura individuais. Esta é a maior margem para um recorde anual em comparação com a marca de referência anterior.

Quarto recorde
É também a quarta vez que um recorde de temperatura global é quebrado desde o início deste século. Desde 1997, o primeiro ano desde 1880 a ter um aumento recorde nos termômetros no planeta, 16 dos 18 anos que se seguiram foram mais quentes, aponta a NOAA.
Os recordes de calor foram observados em quase todo o mundo, inclusive na América Central, na metade norte da América do Sul, em partes do norte, sul e leste do continente europeu e no oeste da Ásia, bem como em porções significativas da Sibéria.
Os termômetros também atingiram níveis sem precedentes em grandes áreas do leste e sul da África, no nordeste e na região equatorial do Pacífico, onde ocorre o fenômeno El Niño, no noroeste do Atlântico, bem como em todo o Oceano Índico e partes do Oceano Ártico.
Em 2015, a temperatura média na superfície da Terra foi 1,33°C acima da média do século 20, a mais elevada em todo o período 1880-2015, superando o recorde anterior estabelecido em 2007, de 0,25°C.
A temperatura global média da superfície dos mares e oceanos foi de 0,74°C acima da média do século passado, batendo o recorde estabelecido em 2014 de 0,11°C.

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